Histórico

O Poder Judiciário, com a expansão dos direitos humanos, avanços de novas tecnologias e muitos outros fatores, atualmente está sobrecarregado, haja vista o acúmulo de processos nos Fóruns e Tribunais.
Com base nesse fato, respeitando as peculiaridades da realidade contemporânea, o Estado sancionou, em 26 de junho de 2015, a Lei 13.140, que estabelece o marco regulatório da mediação como solução de controvérsias entre particulares e no âmbito da administração pública. Da mesma forma foi alteração significante na  Lei 9.307, de 23 de setembro de 1996, que instituiu normas alternativas para as soluções de conflitos que é a Arbitragem.

Igualmente o novo Código de Processo Civil, que entra em vigor no dia 17 de março de 2016, traz novas regras processuais criaram um novo paradigma de advocacia e de Justiça. E mais: prezam pela pacificação social por meio de métodos adequados de resolução de conflitos, tais como a mediação e a conciliação.

O capítulo I, do novo CPC, mostra a importância da mediação como norma fundamental do Processo Civil. O artigo 3º, parágrafo 3º, dispõe que “a mediação e outros métodos de solução consensual de conflitos deverão ser estimulados por juízes, advogados, defensores públicos e membros do Ministério Público, inclusive no curso do processo judicial”.

A Mediação, é uma técnica não adversarial que tem por objetivo a resolução de conflitos de forma consensual e satisfatória, visando a realização do acordo entre as partes.
Tendo o Estado contribuído com a edição da Lei 9307/1996 e, levando em consideração sempre a garantia do direito de justiça dos cidadãos, alguns profissionais decidiram dar a sua contribuição, mobilizando-se e formando a Medial Câmara de Mediação e Arbitragem do Vale do Itajaí -MEDIARVI, pessoa jurídica de direito privado, consoante estatuto e regulamentos, compromissada com a ética, tendo como objetivo, administrar com autonomia e independência, as conciliações, mediações e arbitragens que envolvam questões de bens patrimoniais disponíveis.
A escolha para resolução de conflitos por meio da conciliação, mediação e arbitragem extrajudicial, pode estar em contratos escritos ou por iniciativa voluntária das partes, poderá atender de forma adequada, rápida e econômica de resolução, os mais variados segmentos de nossa sociedade organizada e as pessoas individuais. Com isto, estaremos disponibilizando à comunidade tais alternativas, com eficácia, como já vem acontecendo há muitos anos na Alemanha, Espanha, Portugal, França, Argentina, Estados Unidos, China, Japão e outros países.